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Priscilla... minha Priscilla.

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Priscilla é poesia. É música. É palavra esquecida. É amor de passado. Lembrança perdida. Priscilla é a dor que eu guardo no peito, Que pouco compreendo Priscilla é meu tormento,  meu pesadelo, meu karma, meu enigma. Priscilla é sofrimento, É dor que se deseja e se guarda com carinho. Priscilla... é minha Priscilla.

Cordeiro Manso

Todos os símbolos que me definem, arte pelo corpo. Alma rabiscada na pele. Proteção, equilíbrio; mandamentos de uma vida que deveria, e é uma constante e doce irônia. Priscilla Cordeiro
Deixou o vermelho sangue pelos tons de rosa. A diva rubra que sempre quis ser arte, hoje só deseja minimamente parecer bonita, discreta e serena. Você a vê, tão singela, e não percebe. Não é que o fogo tenha se apagado; mas, contido, espera o momento. Momento de seduzir e encantar. E antes que dê por si, sente o fogo em seu olhar, sempre rubro.
Eu tenho uma tristeza intrínseca a mim. Me apoio nela enquanto, paulatinamente, ela se alimenta de mim.

Justificativa

Tenho saudade. Mas me mantenho distante, meu amor. Imagino que seja por vergonha de não te fazer feliz como seu sorriso me faz; de não ter mais em mim o que te fez me amar também. Tenho saudade. Tanta saudade que em mim não cabe, ficou guardado numa caixa de presente gigante, e infinita, e colorida; Pra dar espaço em meu peito para o amor, somente. Me mantenho ausênte, imaginando que não há mais espaço para minha incompletude em sua perfeita e harmônica existência. Me permito apenas ser expectadora, mas ainda te amo. Priscilla Cordeiro